sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Tecnólogo em Radiologia e Diagnóstico por Imagem



Tecnologia em Radiologia e Diagnóstico por Imagem será primeiro curso de graduação a formar tecnólogos
quarta-feira, 2 de setembro de 2009, às 8h00

Um profissional de saúde com formação interdisciplinar, crítico e empreendedor. Esse é o perfil recomendado aos futuros graduados em Tecnologia em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, o primeiro curso superior oferecido pela UFMG que vai formar tecnólogos. Esse tipo de graduação tem foco mais definido em determinado aspecto, unindo formação conceitual e funcional. Normalmente, tem duração menor, mas a carga horária do novo curso supera a exigência mínima para o bacharelado.

O tecnólogo em Radiologia e Diagnóstico por Imagem estará habilitado para atender aos crescentes avanços da Medicina e demais áreas da saúde, como Odontologia e Veterinária, além de aplicações frequentes no setor industrial.

Segundo a professora Viviane Parisotto, da Faculdade de Medicina, seu trabalho é bem mais abrangente que o de um técnico em radiologia, pois sua formação inclui o domínio e o gerenciamento de equipamentos e métodos na atividade profissional. "Ela se diferencia da formação acadêmica tradicional por focar na aplicação prática do conhecimento científico”, explica.

Quem optar pela carreira vai adquirir conhecimentos nas áreas de saúde, informática, biologia e física. Além de bagagem técnica apurada, o estudante terá também formação humanista e a possibilidade de complemento na área gerencial. Tudo isso por meio de atividades acadêmicas teóricas e práticas diversificadas, em disciplinas oferecidas pela Faculdade de Medicina e pelo Instituto de Ciências Biológicas da UFMG (ICB).

Atuação
As áreas de atuação para o tecnólogo em radiologia e dignóstico por imagem são diversas, sobretudo em função da carência de pessoal habilitado para atuar em mercado de trabalho tão sofisticado. Viviane Parisotto ressalta que as possibilidades de trabalho tendem a se ampliar na proporção em que novas tecnologias são incorporadas. “A área de atuação é bastante ampla, porque envolve manipulação e processamento de imagens em medicina, controle de qualidade de equipamentos, irradiação de alimentos ou de produtos médico-hospitalares, radioproteção, autenticidade de obras de arte e segurança de aeroportos, entre outras atividades”, enumera a professora.

Raio X
Modalidade: Bacharelado
Turno: Noturno
Vagas: 80 (com entrada no 1º e 2º semestres, 40 por semestre)
Duração mínima: 3 anos e 6 meses
Unidade: Faculdade de Medicina
Carga horária prevista: 2.640 horas

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O que é Radiologia?

Detecção precoce do câncer de mamas



A chave para o tratamento adequado é a detecção precoce, facilitada pela mamografia de rotina.

Outros recursos importantes são: o exame físico das mamas (realizado por médicos ou enfermeiros) e o auto-exame mensal das mamas.

Faça sua parte!

* auto-exame das mamas: mensal, após os 30 anos.
* exame físico por médicos ou enfermeiros: anual, após os 30 anos; mulheres de alto risco devem ser examinadas a cada 6 meses.
* mamografia: a primeira deve ser realizada aos 35 anos e anualmente após os 40; se a mulher for considerada de alto risco, pode ser necessário iniciar o controle de mamografia ainda mais jovem.


A ultra-sonografia de mamas só é feita quando há indicação específica, não funcionando como rastreamento. Serve para avaliar mamas densas, a procura de cistos ou nódulos ou, ainda, para diferenciá-los. Não é um exame de rotina no check-up feminino.

Mamografia

A mamografia de rotina (radiografia das mamas), como estratégia de diagnóstico precoce, é utilizada para detectar o câncer de mama em seus estágios iniciais. Isso porque, desde o momento em que o tumor se inicia até que atinja cerca de 1 cm e torne-se um nódulo palpável, estima-se que transcorra um período de até 10 anos, conhecido comi fase pré-clínica de doença.

É justamente nesta fase que a mamografia de alta resolução mostra-se extremamente útil, pois pode detectar tumores que, usualmente, não seriam palpados ou sentidos pela mulher. Geralmente, por serem pequenos, têm menor probabilidade de disseminação.

O tratamento adequado, nessa fase, favorece a cura da doença. Por essa razão, toda mulher acima de 40 anos deve realizar a mamografia regularmente, em intervalos anuais.

Como todo exame médico, a mamografia está sujeita a deficiências. Acredita-se que cerca de 10% dos casos comprovados de câncer de mamas não sejam detectados à mamografia, principalmente em mulheres jovens, que têm a mama densa. A ultra-sonografia, quando associada à mamografia, pode ser muito útil em detectar lesões duvidosas.

Exame físico das mamas

Realizado por médicos ou por enfermeiros treinados, também é importante por facilitar o diagnóstico precoce de tumores com 1 cm ou mais. Recomenda-se que toda mulher faça esse exame anualmente. As mulheres com alto risco devem ser examinadas a cada 6 meses.

Quem são as mulheres com alto risco?

Aquelas com história familiar de câncer de mama (pelo lado paterno ou materno) devem ser avaliadas por especialistas, principalmente se também houver casos de câncer de ovário. Hoje pode-se fazer o diagnóstico laboratorial das mutações genéticas que predispõe ao câncer de mama.

Além disso, mulheres que já fizeram biópsia de mama – principalmente as que têm determinados tipos de lesões chamadas de "pré-malignas"- também têm maior risco de desenvolver a doença.

Converse com o seu médico a respeito.

Auto-exame das mamas

Muito simples e fácil de ser aprendido e praticado, o auto-exame deve ser realizado uma semana após o período menstrual, e consiste em quatro passos:

1. Fique em pé, em frente ao espelho. Observe o bico dos seios, a superfície e o contorno das mamas. Procure por inchaço, retrações na pele ou alterações no mamilo de cada mama.

2. Ainda em pé, em frente ao espelho, levante os braços. Observe se com esse movimento aparecem alterações no contorno e na superfície das mamas. Lembre-se: a maioria das mulheres não possui as mamas iguais.

3. Agora, deitada, coloque a mão esquerda sob a nuca e, com a ponta dos dedos indicador e médio da mão direita, palpe a mama esquerda. Faça movimentos suaves, circulares, apertando levemente com a ponta dos dedos. Inicie na periferia da mama e termine no mamilo (bico do seio).

4. Ainda deitada, examine a mama direita com a mão esquerda. Repita os movimentos circulares, com suavidade, apertando levemente com a ponta dos dedos.

5. Lembre-se: após examinar toda a mama, aperte suavemente os mamilos com os dedos polegar e indicador. Caso haja saída de secreção (líquido) abundante ou sanguinolenta, você deve informar seu médico imediatamente!

O câncer de mamas é curável.

* Quando diagnosticamos precocemente o sucesso do tratamento é superior a 90%.
* Muitas vezes, não é preciso retirar toda a mama, mas apenas parte dela. E, mesmo quando necessária, a cirurgia plástica reparadora oferece ótimos resultados estéticos.

Exame de próstata


A chave para o tratamento adequado é a detecção precoce.

O que é a próstata?

É uma glândula, exclusiva do sexo masculino, do tamanho de uma noz, pesando cerca de 20 gramas. Está localizada abaixo da bexiga, à frente do reto (porção final do intestino) e circunda a uretra (canal por onde sai a urina).

A próstata é responsável pela produção de uma substância que, juntamente com a secreção da vesícula seminal e os espermatozóides (que são produzidos nos testículos) formará o sêmen (ou esperma). Sem o líquido produzido pela próstata, os espermatozóides não sobreviveriam até atingir o óvulo no momento da fecundação.

Diversas doenças podem atingir o aparelho geniturinário masculino. Diante desse contexto, seguem algumas orientações básicas a fim de que se informe a respeito e saiba como realizar exames de detecção precoce para o tratamento adequado.

Como detectar precocemente o câncer de próstata

O rastreamento deve ser feito em todo homem a partir dos 45 anos e compreende uma consulta clínica que consta, basicamente, de:

Historia clínica e antecedentes familiares

Hábitos alimentares (como dieta rica em gordura animal) podem estar relacionados com maior incidência do problema, por exemplo.

Homens com pai ou irmãos com histórico de câncer de próstata apresentam riscos cinco vezes maior e, por isso, a realização de exames para detecção precoce deve ser iniciada mais cedo: aos 40 anos ou menos.

Dosagem de PSA

O PSA (que significa antígeno prostático específico) é uma proteína produzida exclusivamente pela próstata e pode estar aumentada não somente nos casos de câncer,mas também no crescimento benigno (hiperplasia) ou inflamação prostática (prostatite). É o principal marcador sanguíneo de câncer da próstata e é analisando pro meio de coleta de sangue.

O nível do PSA no sangue pode ser alterado em situações do dia-a-dia, como ejaculação recente a pratica de esportes como ciclismo ou equitação.

Exame digital da próstata

Insubstituível para o diagnóstico precoce do tumor de próstata, pois cerca de 20% dos tumores não terão o marcador sanguíneo (PSA) alterado.

É conhecido popularmente como "toque retal".

O reto é a única via natural de acesso, por estar muito próximo à próstata. Nesse exame, o médico avalia o tamanho e a consistência prostática. A presença de pontos endurecidos sugere fortemente a presença de doença maligna.

O preconceito em relação ao toque retal é uma grande barreira para a detecção precoce.

Em caso de toque retal suspeito (com presença de nódulo endurecido palpável) ou elevação anormal do PSA, torna-se necessária a confirmação do diagnóstico por meio da biópsia, método utilizado para a retirada de pequenos fragmentos da próstata para análise laboratorial.

Se confirmado o diagnóstico de câncer de próstata, outros exames serão realizados para mostrar se a doença está localizada ou possui disseminação à distância (a chamada ‘metástase’).

Esse é o ponto-chave para o urologista orientar o tratamento adequado, que vai depender de outros fatores, como idade e doenças pré-existentes (hipertensão, doenças cardíacas, entre outras).

Saiba um pouco mais sobre o câncer de próstata

O câncer de próstata corresponde à segunda causa de morte por câncer em homens no Brasil. O instituto Nacional do Câncer (INCA) estima a ocorrência de 47.280 casos novos para 2006.

Em sua fase inicial, o câncer de próstata não apresenta sintomas. Na maioria dos casos, o tumor tem um crescimento lento, levando aproximadamente 15 anos para atingir 1 cm e acomete, na maioria das vezes, homens acima de 50 anos de idade. Por isso a avaliação urológica a partir dos 40 ou 45 anos é fundamental na detecção precoce.

O aumento observado nas taxas de incidência desse tipo de problema pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos, pela melhoria na quantidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida do brasileiro.

Outros problemas, menos graves, podem atingir a próstata. São eles:

Hiperplasia benigna da próstata: É um processo de crescimento, considerado normal e benigno, que pode ocorrer a partir da quarta década de vida. Não há qualquer relação entre hiperplasia benigna e câncer de próstata. Devido à localização da próstata, se ela estiver aumentada, pode comprimir a uretra, gerando a sintomas como dificuldade para urinar, urgência urinária, diminuição do jato, problemas para iniciar a micção, redução do intervalo entre as micções, sensações de esvaziamento incompleto da bexiga e até sangramento.

O diagnostico é confirmado pelo toque digital, onde o examinador pode ter uma noção da dimensão e consistência da próstata. O ultra-som complementa a avaliação, fornecendo informações sobre volume correto da glândula, alterações no trato urinário superior (rins, ureteres), além de avaliar o esvaziamento da bexiga, por meio da medida do volume vestical pós-miccional.

O tratamento clínico (medicamentos) é realizado quando os sintomas passam a incomodar. Mediante o insucesso deste, ou quando existiam alterações no trato urinário (cálculos na bexiga, sangramento, infecção de repetição ou retenção urinária) é realizado tratamento cirúrgico, onde é retirada a porção suficiente para desobstruir a uretra e permitir que o paciente volte a urinar sem dificuldade.

Prostatite

É a inflamação na próstata. Manifesta-se com quadro de febre alta, desconforto e dificuldadepara urinar, no quadro agudo. Sintomas como desconforto perineal, na base do pênis ou ardor ao ejacular podem estar presentes.

O tratamento é clínico e à base de antibióticos.

Quanto mais precoce o diagnóstico, maior é a chance de cura. Por isso, a avaliação urológica é tão importante. Nela serão pesquisados vários outros possíveis problemas como:

* Doenças renais: cálculos, cistos, tumores ou malformações;
* Doenças da bexiga: cálculos, divertículos, tumores etc;
* Disfunção erétil;
* Distúrbios androgênicos do envelhecimento masculino;
* Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST).

Em resumo: apesar do preconceito que ainda existe em relação ao exame, é simples e fácil detectar precocemente o câncer de próstata e tratá-lo adequadamente. Só depende de você. Pense nisso!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

A gripe espírito de porco


O que é, o que não é e por que você não deve entrar em pânico
A gripe suína invadiu o noticiário, a cabeça das pessoas, o mundo. Informação é a melhor ferramenta contra a ignorância, e ela pode fazer a diferença para termos uma população consciente, cuidadosa e saudável.

• Gripe suína, vírus A, H1N1. O que é isso tudo?

O vírus A é a causa mais comum da gripe em humanos.

H1N1 é um subtipo desse vírus A, e sua mutação deu e dá origem a vários tipos de gripes, como a espanhola, já extinta.
A gripe é chamada de suína porque é causada por um vírus que, habitualmente, infecta porcos. Mas o vírus é transmitido de pessoa para pessoa, e não há risco de contaminação por meio de carne suína cozida.

• Estamos vivendo uma pandemia?

Sim.

Pandemia é uma epidemia que atinge uma população de uma grande região geográfica. Esta epidemia está atacando agora o mundo todo.

• É igual à gripe comum?

Não, é outra doença, com outras características: ataca jovens saudáveis, é transmitida muito rapidamente, evolui com agressividade e carrega o risco de mutação mais virulenta e letal.

Especialistas em todo o mundo acreditam que esse novo vírus começa a substituir o vírus comum - nos Estados Unidos, por exemplo, não existe mais gripe comum, e subestima-se que, no Brasil, de todas as pessoas com gripe hoje, 75% delas estejam com a suína, e não mais a comum.

• Como pega?

O risco de contágio aumenta em locais com grande concentração de pessoas. A mão que é colocada diante do nariz durante o espirro pode passar o vírus para a poltrona do cinema ou a barra de apoio do metrô, por exemplo. O risco reduz muito em locais a céu aberto, bem ventilado e sem aglomerações.

• Como sei que estou com a gripe suína e não com a comum?

Você não sabe. Os sintomas são extremamente parecidos. Tendo febre alta (mais de 38 graus), dores musculares e nas articulações, tosse e cansaço, vá ao médico.

Quando o caso se agrava (o que não significa que você vá morrer; a maioria dos pacientes se recupera), os sintomas são confusão mental, pressão baixa, dores no peito, sinais de desidratação, arroxeamento de dedos de mãos e pés e frequência respiratória superior a 25 aspirações por minuto.

• Grávida pega mais fácil?

Os principais grupos identificados de risco são: idosos, gestantes, crianças, obesos, quem tem imunidade reduzida (como aids) ou doenças crônicas.

• O que posso fazer?

Sempre lavar bem as mãos, cobrir a boca e o nariz ao espirrar e tossir e evitar contato pessoal. Beber bastante água, se alimentar bem, controlar o estresse e dormir bem são fundamentais não apenas para se proteger dessa gripe, mas para garantir boa qualidade de vida e aumento natural de imunidade.

Obviamente, procure um médico no caso de apresentar sintomas.

• O que não adianta nada eu fazer?

Deixar de comer carne de porco, usar máscara cirúrgica (ela não previne o contágio, pois os vírus atravessam a máscara. Só é útil para quem já está com a gripe e quer evitar adquirir outras doenças respiratórias) e tomar vitaminas ou chás naturais apenas para evitar a gripe suína (eles não fortalecem o corpo contra ela).

• O que é o Tamiflu?

Antiviral que, na ausência de uma vacina (que ainda precisa ser criada), é o remédio mais eficaz para combater o vírus A (H1N1). Seu nome genérico é oseltamivir.

Porém, o mundo não pode usá-lo indiscriminadamente, pois o vírus pode sofrer uma mutação e passar a resistir ao remédio.

• Quem morre da gripe?

Estatísticas apontam que cerca de 98% das pessoas que se infectarem vão se recuperar plenamente. Um terço dos contaminados nem sequer saberá que teve a gripe, porque terá sintomas leves ou nenhum.

A taxa de mortalidade aumenta entre as pessoas que não procuram tratamento depois de apresentar os sintomas, porque a imunidade passa a cair rapidamente. E cuidados devem ser redobrados nos grupos de risco.

• Por que essa gripe se espalhou tão rapidamente?

Por causa do avanço do tráfego aéreo. Nunca tanta gente viajou de avião no mundo inteiro.

• A doença que está na cabeça da gente - para refletir:

Gripe = Influenza = Influência = não fluir, não ser espontâneo.

Segundo a autora Louise Hay no livro “Cure seu Corpo”, o padrão de pensamentos e de comportamento de quem adquire gripe é: reação à negatividade, temor, deixar-se influenciar pelas opiniões alheias. E o novo padrão de pensamentos que devemos ter, em substituição ao padrão acima é: estou acima de crendices e imposições sociais. Estou livre de influências e pressões.

É interessante observar que, em casos recentes de gripes epidêmicas ou pandêmicas, houve situações de negatividade e temor em caráter mundial e a população sofreu grande influência (Influenza) da opinião pública, despertando o medo e o temor em relação ao futuro:
- 1918, Gripe Espanhola: após a Primeira Guerra Mundial.
- 1933, Surto ligeiro: após a queda da bolsa de valores de 1.929.
- 1946, Surto ligeiro: após a Segunda Guerra Mundial.
- 1957, Gripe Asiática: após Pacto de Varsóvia (ameaça de uma 3ª Guerra Mundial).
- 1968, Gripe de Hong Kong: após o início da Guerra do Vietnã (ameaça de uma 3ª Guerra Mundial).
- 2004, Gripe Aviária: após ataque à NY e Guerra do Iraque (ameaça de uma 3ª Guerra Mundial).
- 2009, Gripe Suína: após a Crise Financeira Mundial atual.

Fonte tirada do site http://www.spr.org.br/novidades.php?idnew=940

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Sobre Radiologia



Clínica Radiologica - Radiologica Médica - Exames

Exames Complementares de Diagnóstico -Exames Radiológicos -Exames Imagiológicos - Radiodiagnóstico - TAC - Ecografia - Mamografia - Radiologia Digital - Médicos em Portugal

Sítio de Radiologia, Radiodiagnóstico e Imagiologia Clínica destinado à comunidade médica de Portugal. Disponibiliza um conjunto de exames imagiológicos especializados de TAC multislice, RM , Mamografia Digital, Ecografia 3D e Densitometria Óssea, e toda a informação adicional associada a cada um, integrando conceitos de custo-benefício e custo-efectividade.

Informações actualizadas, notícias e avanços em Diagnóstico por Imagem. Directrizes para prescrição de exame imagiológicos, indicações e contra-indicações de exames, dúvidas sobre meios de contraste iodado e gadolínio, artigos de actualização e orientações básicas para pacientes.Exames Complementares de Diagnóstico em Imagiologia - Complementares de Diagnóstico pela Imagem

Os exames complementares de diagnóstico têm cada vez mais procura, sobretudo a radiologia convencional, a ecografia, tomografia computorizada, ressonancia magnetica, pois, em muitos casos, permitem diagnósticos mais precisos e mais precoces, permitindo tratamentos mais eficazes, com uma maior qualidade de vida dos utentes, proporcionando um aumento da esperança de vida.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

O que é Diagnóstico por Imagem?


Diagnóstico por imagem, também conhecido como Radiologia, é uma especialidade médica como qualquer outra, assim como ginecologia, pediatria, ortopedia, etc. Ainda hoje alguns têm dúvida sobre a atuação do radiologista, por exemplo, se é a pessoa que realiza uma radiografia ou ressonância magnética (na verdade é aquele que interpretará estes exames), ou aquele que vai tratar de uma lesão ortopédica (na verdade é aquele que realizará um laudo médico sobre a lesão, auxiliando o ortopedista do paciente).

Para exercer esta especialidade, primeiramente a pessoa tem que se formar médico, após seis anos de faculdade de Medicina. Ao término do curso, o médico presta concurso de Residência Médica para Radiologia, da mesma forma que ocorre com outros especialistas. A residência médica de Diagnóstico por Imagem, atualmente no Brasil, dura três anos, e é exercida em hospitais universitários, na maioria dos casos.

Antigamente conhecida apenas por Radiologia, hoje a especialidade é chamada de Diagnóstico por Imagem, porque nas últimas décadas surgiram métodos de exames bastante diferentes da radiologia convencional (RX). Foram inventados os aparelhos/métodos de ultra-sonografia (US), tomografia computadorizada (TC) e ressonância magnética (RM). E todos esses métodos fazem parte do aprendizado, especialização e trabalho do radiologista contemporâneo.

Durante a residência médica, o radiologista em formação irá aprender as diferentes técnicas desses exames e como estes são utilizados a fim de se obter diagnósticos médicos. Nos estágios da residência, não apenas o médico passará por estágios de RX, US, TC e RM, como também por sub-especialidades da radiologia, como, neurorradiologia, radiologia abdominal ou pediátrica, radiologia músculo-esquelética.

Ao término dos três anos da residência médica, o radiologista poderá optar em seguir no mercado de trabalho, ou manter vínculo no hospital escola, ligado ao departamento de radiologia, para fazer um complemento em uma das sub-especialidades da radiologia, acima descritas. Dessa forma, o radiologista tomará conhecimento de aspectos diretamente ligados às especialidades médicas, por exemplo, ortopedia e traumatologia, e suas respectivas doenças e lesões.

Em algumas cidades brasileiras, como São Paulo, a depender da filosofia do hospital ou clínica radiológica, o serviço de diagnóstico por imagem é feito por radiologistas especialistas. Ou seja, se o exame é da área de músculo-esquelético, o seu laudo médico (relatório) será produzido por um radiologista dessa especialidade. Isso ocorre devido à grande ampliação progressiva do conhecimento médico, mas traz vantagens, porque gera confiança para muitos dos médicos solicitantes e benefício direto ao paciente.

Portanto, o radiologista é o médico que realizará o laudo de um exame de imagem de um paciente (exame este realizado por um técnico ou biomédico). O radiologista presta assim um serviço ao paciente e seu médico, uma vez que o paciente, ao levar o exame e seu laudo ao seu médico, este sim dará a orientação ou tratamento necessários ao paciente, mediante sua experiência profissional.

Deve-se salientar que o diagnóstico por imagem, como o próprio nome já diz, é apenas mais um exame subsidiário na medicina, ainda que altamente sofisticado e muitas vezes específico. O diagnóstico definitivo de uma doença ou lesão poderá ser obtido pela história clínica, exames clínicos, outros exames (laboratório, anátomo-patológico, etc), analisados conjuntamente pelo médico do paciente.